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O setor que luta por justiça social muitas vezes convive com suas próprias contradições: reproduzindo desigualdades dentro de si mesmo. Neste episódio, mergulhamos nesse paradoxo com duas vozes que vivem na pele esse desafio.
Bruna Tukamoto desmonta o mito da “minoria modelo” e revela como análises superficiais sobre diversidade escondem as complexidades das comunidades nipo-brasileiras. Daiany França traz a perspectiva de quem saiu das vivências comunitárias para conquistar espaço no universo dos grandes financiamentos sociais, mostrando que resistir não basta: é preciso reinventar as regras do jogo para transformar o campo social.
Falamos sobre tokenismo, jornadas exaustivas, condições precárias e as dores e delícias de trabalhar por um propósito em um sistema que ainda precisa olhar para si mesmo com mais honestidade. E é justamente dessa reflexão profunda que nasce a esperança: cada desafio enfrentado abre espaço para repensar práticas, fortalecer alianças e construir um terceiro setor mais justo, inclusivo e sustentável, onde o cuidado verdadeiro com as pessoas e as causas andam lado a lado com o reconhecimento das suas complexidades.
Links do episódio
Reportagem "Participação do terceiro setor no PIB do Brasil é similar à do setor agrícola, diz estudo"
Artigo "Boas Práticas em Saúde Mental no Terceiro Setor"
Matéria "Profissionais do Terceiro Setor revelam preocupação com saúde mental, sobrecarga de trabalho e desvalorização, aponta pesquisa"
Créditos
O Aqui se Faz, Aqui se Doa é uma produção do Instituto MOL.
Direção executiva e apresentação de Mariana Campanatti, gerência de projetos de Marina Franciulli, liderança do projeto de Juliana Prado, equipe de projetos com Ana Ju Rodrigues e Jorgea Camargo, conteúdo audiovisual de Carol Siqueira, design de Glaucia Ribeiro e Natalia Simone, administrativo-financeiro de Luiza Burleigh e captação de recursos de Bianca Quartiero.
Produção de Feel Filmes, gravado no estúdio WR2 Comunicação.
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